Image and video hosting by TinyPic
Mostrando postagens com marcador Daniel Soares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Daniel Soares. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Monologo


O papel hoje está pequeno para descrever tudo o que estou sentindo,
Talvez por que faltem palavras,
Talvez por que falte um fato
Talvez por que falte você.

Mas não quero apenas enumerar as minhas “faltas”
Quero falar de mim, quero falar de você,
Quero falar de nós...
Do simples e do complicado
Do avesso pelo avesso
Do que é certo e do que é errado

Quero falar de tudo em nada
Para poder assim entender o inexplicável
As inexplicáveis escolhas que
Me trouxeram há estar tão perto da distância
Que nos unem e nos separam.

Daniel Soares

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A Rosa da minha Primavera


Hoje acordei com o sol da primavera
Ele veio aquecer meu triste coração
Depois de anos de um longo e intenso inverno
Posso dizer que estou feliz,
 por ter você aqui.

Aprendi com o passar do tempo,
que não vale apena se apaixonar.
O bom mesmo é amar verdadeiramente
E ser amado intensamente.
Dessa forma o coração se matém aquecido
Para sempre...

Por isso, quero voltar no tempo
E dá continuidade ao que estava em minha volta.
E no simples olhar
Ver o sentimento brotar
Na feição de uma rosa
Que nasce para encantar
E não para machucar
Quem lhe adora!

(Daniel Soares)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Minha Menina...


Se me oferecessem o sol, seria pouco.
Se me oferecessem a lua, de nada valeria.
Preciso do seu amor
Preciso de você na minha vida.

Minha vida com você faz mais sentido
Por que você é o meu destino
E é essa a minha missão
Encontrar de novo a razão
De existi...

Quero respirar seu amor
E exalar nossa união
Quero te envolver em meus braços,
Me perder em seu abraço
E conquistar seu coração.

Daniel Soares

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Doente de amor!

Eu pensei que já estivesse vacinado contra o amor, mas hoje percebe que não produzir anticorpos suficiente, e por isso o mosquitinho  me flechou em cheio.
Com imunidade baixa, os sintomas já começaram a aparecer; batimento acelerado quando te vê, um ruído de trilha sonora no meu ouvido, o dia ficou mais azul, um brilho surgiu em meu olhar, sonhos delirantes comecei a ter e de lá pra cá só vivo pensando em você.
Já sei que o remédio não se compra na farmácia e nem se encontra a venda no exterior, mas sim no interior da pessoa que tanto amo. Pouco tempo me resta e só há um tipo de tratamento. Não tenho mais saída, é viver com você ou morrer de amor!
Daniel Soares


quinta-feira, 31 de março de 2011

Papo Rápido com Daniel Soares


Cuidado com o conhecimento, pois é através dele que nos tornamos heróis ou vilões da nossa própria existência!!!


Daniel Soares

domingo, 20 de março de 2011

O Tempo passa e a vida segue


Por Daniel Soares
É intrigante como a vida se desencadeia por caminhos tão opostos aos que acreditávamos ser tão certos e tão seguros. Quem nunca perdeu aquele brinquedo querido, o amigo “fiel”, a vontade de fazer o que mais amava? Quem que nunca se deparou com a dúvida de escolher entre duas coisas e acabou escolhendo errado? São fatos comuns na vida de todos nós.
Quando criança pensava como criança, queria ser jogador de futebol, viajar para Grayskull e me aventurar com He-man e sua turma. Ao passar do tempo cresci, e descobri que desenhos animados não passavam de mera ficção, foi nessa época que descobri que papai Noel não existe, (acho que é por isso que todos adolescentes se rebelam). Na adolescência a ciência se aflorou e não podia mais negar aos fatos, queria ser um astronauta, viajar pelas galáxias em busca de uma estrela perdida, sempre fui meio romântico não nego. Os anos se passaram e com eles várias pessoas também. O tempo não perdoa, simplesmente passa. Passou rápido para pessoas passageiras, mas marcou muito e deixou experiências inesquecíveis. O primeiro beijo, a primeira namorada, os primeiros versos de amor e todas as confidências de um adolescente. Quem nunca passou por isso não é mesmo?
E o tempo passou, e com ele se foram às primeiras lágrimas por alguém, as risadas “intermináveis”, as conversas no pátio da escola, a reclamação do professor, a sala do diretor, as reuniões de pais e mestres. E a partir daí se formou a séria dúvida que rodeiam as cucas de todos os estudantes que terminam o colegial, o que vou ser?
A época de viajar para Grayskull e se tornar um super-herói tinha ficado na infância, mas o desejo de mudar ou melhorar a humanidade continuava aceso. Assim também, passou o desejo científico de ser um astronauta, porque sinceramente acho a lua muito mais encantadora daqui de baixo. Dom artístico nunca foi minha praia, não sei dançar, canto muito mal e como desenhista sou um bom cantor dançarino. A necessidade de uma faculdade se tornou a opção mais sensata para minha carreira. O problema é a incerteza do curso e a temida prova do vestibular. Então surgiram as dúvidas, mas a vida é uma constante dúvida, e o amanhã uma incógnita que só Deus saberá responder.  

Vitória da Conquista, 20 de março de 2011.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Páginas da Vida


Por Daniel Soares

"... Assim são as páginas da vida, como dizia meu filho quando fazia versos, e acrescentava que as páginas vão passando umas sobre as outras, esquecidas apenas lidas"  (Machado de Assis).
Um dia desse a caminho da biblioteca, comecei a lembrar-me dos tempos da minha adolescência. Aquela fase marcada por travessuras, pois é, mas não se engane amigo, eu sempre fui um garoto politicamente correto.
Ao chegar à biblioteca pública, avistei na estante um livro que me chamou a atenção, não era para menos, teria lido aquela obra há anos. E mesmo com o passar do tempo, pude notar que as lembranças continuavam vagarosamente em minha memória. No entanto, não me lembrava do final daquele livro.
Reler aquele livro foi como retornar ao tempo que ainda era um estudante, mas confesso que teve um prazer diferente, sem aquele sentimento de ler por um dever ou obrigação, mas de ler para reviver aqueles momentos que ficaram marcados pelo tempo.
Ao mesmo instante em que eu lia, os personagens iam tomando vida em minha memória, como se naquela história eu estivesse ali de alguma forma, não sei se exatamente como pessoa ou como personagem, simplesmente estava ali. Isso tudo poderia ser apenas fruto da minha nostalgia, daqueles bons tempos em que me preocupava apenas em conseguir boas notas e assistir “Tom e Jerry” nas manhãs animadas da Rede Globo.
No entanto, é bem verdade que nunca fui amante da leitura, mas aquele romance por ser o único, talvez, me aguçou o interesse de ler página por página. Essa pode ser a explicação, mas como se não bastasse a identificação com o livro era inevitável.
Ainda jovem poderia ter me entregado mais ao mundo da leitura, aos romances machadianos ou a “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, ao “Cortiço” de Aluísio de Azevedo ou até mesmo a José de Alencar com suas “Senhoras”. Mas não conhecia o prazer da leitura, talvez descobrisse hoje nas entrelinhas tão viva deste romance em que leio.
A verdade é que o tempo passou, e agora relato um pouco da minha juventude, um pouco das páginas amarelas que li ainda adolescente e que fizeram parte da minha história. Acho que sinto falta dos livros que não li, e confesso que acho muito estranho a sensação de sentir falta de algo que não aconteceu, mas a momentos na vida que deixam saudades apenas pelo fato de não terem existido, não é mesmo?

Vitória da Conquista, 24 de fevereiro de 2011